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PERMANÊNCIA DE MACEIÓ NA FASE AMARELA RETARDA RETOMADA ECONÔMICA, DIZ FECOMÉRCIO

Novo decreto autoriza a reabertura de academias em Maceió e a volta do transporte intermunicipal

FOTO: GREYCE BERNARDINO

Anúncio da decisão foi feito nessa terça (28), pelo governador Renan Filho; novo decreto é válido por 15 dias


Tendo em vista a permanência da capital alagoana na fase amarela do plano de Distanciamento Social Controlado e o avanço do interior para a etapa laranja, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL) avaliou, nesta quarta-feira (29), que a decisão desacelera a retomada da economia em Alagoas. 

novos passos do plano foram anunciados durante live nessa terça (28), pelo governador Renan Filho (MDB)O novo decreto, que é válido por 15 dias, ainda autoriza a reabertura de academias em Maceió e a volta do Transporte Intermunicipal. 
Para o presidente da Fecomércio-AL, Gilton Lima, apesar do avanço no interior de Alagoas, a decisão de manter a capital alagoana na fase amarela não é considerada como positiva. "Como praticamente 50% das empresas alagoanas estão situadas na capital, manter as restrições atuais acaba atrasando a recuperação da economia. E economia parada se reflete em desemprego", disse.
A entidade, que vem se posicionando contra o fechamento do comércio desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) em Alagoas, informou que buscou integrar um grupo de trabalho - formado pelo próprio governo - para discutir os protocolos sanitários adequados para uma retomada econômica segura. 
Dessa forma, com o anúncio realizado nesta terça (28), levando em consideração a volta do comércio no interior, dos transportes intermunicipais e das academias em Maceió, a Fecomércio-AL acredita que o impacto ainda não será suficiente para as empresas se reestruturarem.
Por fim, Gilton Lima reforçou que as empresas já se reestruturaram para cumprir as medidas estabelecidas pelos protocolos sanitários, mas que, além disso, os consumidores também devem cumprir as regras. "Todos têm que fazer sua parte. Não adianta a empresa estar toda preparada, seguindo o protocolo, e o consumidor não observar as marcações nas filas e a distância nas mesas, por exemplo."
Gazetaweb* Com informações da assessoria de imprensa da Fecomércio-AL.


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