no-style


BAIANA QUE NÃO BEBE ÁGUA HÁ MAIS DE 6 MESES E QUE PASSOU POR TRANSPLANTES DE RIM E PÂNCREAS TEM ALTA MÉDICA

Larissa e a mãe ao deixar o hospital, nesta quarta-feira — Foto: Arquivo pessoal

Larissa Medrado foi diagnosticada com falência renal e precisou do transplante. Ela deixou o hospital, em SP, nesta quarta-feira.

Por G1 BA

A esteticista Larissa Medrado, de 31 anos, diagnosticada com falência renal e diabetes, e que não bebe água regularmente desde fevereiro deste ano, recebeu alta médica nesta quarta-feira (16), após passar por transplante duplo de um rim e do pâncreas.

 

Ela mora em Salvador, mas foi operada em um hospital de São Paulo. O procedimento foi feito pelo SUS, entretanto, para conseguir viajar e se manter na capital paulista, onde terá que fica por cerca de seis meses, ela fez uma vaquinha online que arrecadou mais que o dobro da meta.

 De acordo com a mãe de Larissa, Nara Monteiro, a esteticista deixou o hospital por volta das 12h desta quarta.

 "Ela está muito mole e sentindo dores, mas o médico disse que é por causa do remédio para evitar a rejeição dos órgãos. Depois que ela se acostumar, vai melhorar", disse dona Nara.

A mãe de Larissa contou que ela não ainda não bebeu água, mas que em breve já poderá.

 "Como ela mesmo disse, ela agora não vai mais beber com medida, vai beber à vontade", falou.

Elas agora agora devem permanecer em São Paulo por mais alguns meses, em observação, até serem liberadas a voltar para Salvador. Mas ainda assim, terá que retornar periodicamente para fazer revisões.

 Luta para sobreviver

 A cirurgia era muito importante para a melhora do quadro clínico de Larissa. Antes, para sobreviver, ela passava por três sessões de hemodiálise por semana, tomava oito tipos de medicamentos diferentes, o que dava uma média de 20 comprimidos todos os dias, além das injeções de insulina.

Como a esteticista tem diabetes há mais de 20 anos e também foi diagnosticada com falência renal, ela precisava tanto de transplantes de rins, quanto de pâncreas.

Segundo os médicos, a sobrevivência dela, portanto, só estaria garantida quando fizesse o procedimento. A mãe dela foi a doadora de um dos rins. O pâncreas foi de um outro doador.


Por G1 BA

Postar um comentário

0 Comentários