Foto: Reprodução / Redes Sociais Gilberto Alves Vicente morreu e outras seis pessoas foram internadas no hospital do Alto Sertão em Delmir...

POLÍCIA - Laudo aponta presença de inseticida em homem morto em feira de Pariconha após consumir "Raiada"

 

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Gilberto Alves Vicente morreu e outras seis pessoas foram internadas no hospital do Alto Sertão em Delmiro Gouveia  

 

A Polícia Científica de Alagoas encontrou a presença do inseticida metomil nas amostras biológicas coletadas de Gilberto Alves Vicente, de 36 anos, vítima da suposta intoxicação coletiva após o uso de uma "Raizada", no último fim de semana, na cidade de Pariconha, em Alagoas. O resultado, divulgado nesta quarta-feira (29), faz parte da investigação conduzida pela Polícia Civil.

 

A substância foi identificada pelo Laboratório de Química e Toxicologia Forense após a análise do material recolhido durante o exame de necropsia realizado no Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca.

Segundo o chefe do Laboratório Forense da Polícia Científica, perito criminal Thalmanny Goulart, o metomil é um inseticida utilizado na agricultura que atua diretamente no sistema nervoso, podendo provocar intoxicação grave em razão do acúmulo de acetilcolina no organismo.

 

Entre os sintomas associados à exposição ao produto estão náuseas, vômitos, diarreia, dificuldade para respirar, alterações cardíacas, tremores, fraqueza muscular e, em casos mais graves, paralisia da musculatura respiratória, podendo levar à morte. Conforme a Polícia Científica, o inseticida tem uso autorizado na agricultura brasileira e é classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um agrotóxico altamente perigoso, a depender da formulação.

 

Segundo o chefe do Laboratório Forense da Polícia Científica, perito criminal Thalmanny Goulart, o metomil é um inseticida utilizado na agricultura que atua diretamente no sistema nervoso, podendo provocar intoxicação grave em razão do acúmulo de acetilcolina no organismo.

 

Entre os sintomas associados à exposição ao produto estão náuseas, vômitos, diarreia, dificuldade para respirar, alterações cardíacas, tremores, fraqueza muscular e, em casos mais graves, paralisia da musculatura respiratória, podendo levar à morte. Conforme a Polícia Científica, o inseticida tem uso autorizado na agricultura brasileira e é classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um agrotóxico altamente perigoso, a depender da formulação.

 

O laudo pericial foi encaminhado ao delegado regional Rodrigo Cavalcante e ao delegado Carlos Melro, responsáveis pela investigação, para subsidiar a continuidade das apurações. O documento também foi enviado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), que utilizará o resultado para orientar as condutas médicas no atendimento aos pacientes intoxicados.

 

Em relação às amostras da bebida apreendida pelos órgãos de fiscalização e ao material biológico coletado dos pacientes que permanecem internados, a instituição informou que os exames periciais ainda estão em andamento no Laboratório de Química e Toxicologia Forense. Os laudos serão concluídos e encaminhados às autoridades competentes dentro dos prazos legai


Redaçao com Informações Gazetaweb

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