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(Foto: Reprodução/Redes Sociais)
O júri popular do psicólogo João Raimundo Vieira da Silva de Araújo foi encerrado nesta quarta-feira (26) com a condenação do réu pelo assassinato da pernambucana Renata Alves da Costa, de 35 anos. O julgamento ocorreu no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano.
Ele foi considerado culpado
por matar a vítima com um tiro na cabeça em 6 de agosto de 2022.
A sentença fixou a pena em 71
anos, 2 meses e 26 dias de prisão por homicídio qualificado. Além disso, o réu
foi condenado por sequestro de duas pessoas, por privação de liberdade e por
violência doméstica e familiar contra a mulher nos âmbitos físico, psicológico,
sexual, patrimonial e moral.
Também constam na condenação
os crimes de estupro e feminicídio. De acordo com o processo, Renata e o
acusado mantinham um relacionamento estável havia cerca de 8 meses na época do
crime.
Após a leitura da sentença, o
pai da vítima, Carlos Alberto Costa, afirmou que a decisão representa um
alívio, apesar da dor permanente da perda da filha.
“A justiça foi feita. Não vai
trazer minha filha de volta, mas pelo menos dá um alívio no coração”, declarou.
Ele agradeceu ao Ministério
Público, às advogadas que atuaram no caso e às instituições envolvidas na
investigação e no atendimento à ocorrência, como as polícias Civil e Militar e
o Instituto de Medicina Legal (IML). Também mencionou o apoio recebido de
vizinhos e de movimentos que acompanharam o caso.
Emocionado, o pai de Renata
disse que seguirá convivendo com a ausência da filha, mas destacou que a
condenação representa uma resposta à gravidade dos crimes.
“Agora é seguir a vida,
continuar sentindo a falta dela. As lembranças ficam”, afirmou.
Fonte: JC-PE

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