ELEIÇÕES 2026- Em virada histórica, Lula derrota Flávio Bolsonaro e chega ao quarto mandato como presidente
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Paulo Pinto/Agência Brasil
| PPaulo Pint |
Após forte mobilização nas ruas e nas redes, presidente superou derrota do 1º turno e venceu uma eleição acirrada. Petista terá pela frente forte oposição no Congresso e o desafio de equilibrar as contas públicas após ampliar gastos durante a campanha eleitoral.
Em uma eleição acirrada e
marcada por uma virada inédita, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito
neste domingo (25) presidente da República e conquistou seu quarto mandato à
frente do Palácio do Planalto.
Às vésperas de completar 81
anos, o que ocorrerá na próxima terça-feira (27), o petista se tornou, ao
derrotar Flávio Bolsonaro (PL), o primeiro presidente da história do Brasil a
ser eleito quatro vezes pelo voto popular.
A confirmação da vitória de
Lula foi feita pelo sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), às 21h08,
quando 97% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, Lula tinha 51,74%
e Flávio tinha 48,26%.
O quarto triunfo de Lula
ocorre mais de duas décadas depois de chegar ao poder pela primeira vez, em
2002.
O quarto triunfo de Lula
ocorre mais de duas décadas depois de chegar ao poder pela primeira vez, em
2002.
A virada histórica se deu após
uma forte mobilização da campanha do petista, nas ruas e nas redes sociais.
No quarto mandato, Lula terá
grandes desafios, como lidar com uma forte oposição no Congresso Nacional e
equilibrar as contas públicas após ampliar benefícios durante campanha
eleitoral e prometer reforçar programas sociais.
Um dos fundadores do PT, Lula
foi eleito presidente em 2002, reeleito em 2006 e voltou ao Planalto em 2023,
após vencer Jair Bolsonaro, pai de Flávio, nas eleições de 2022.
Sua trajetória também foi
marcada por três derrotas presidenciais, condenações posteriormente anuladas
pelo Supremo Tribunal Federal (STF), 580 dias de prisão e o retorno à disputa
eleitoral.
A nova vitória consolida Lula
como o principal personagem da política brasileira no século 21. E garante ao
petista mais quatro anos na chefia do Poder Executivo.
Informações g1

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