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CONQUISTA: QUASE 90 ELEITORES DE ALAGOAS VÃO USAR O NOME SOCIAL, APONTA LEVANTAMENTO: CONHEÇA O CASO DA TRANS RECONHECIDA NO SERTÃO ALAGOANO


Resolução do TSE alterou regras para permitir que a novidade já seja usada neste ano.




Um levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela que 86 eleitores que vão votar em Alagoas, vão usar o nome social. Isso só foi possível após resolução do TSE que permitiu a novidade neste ano.

 A resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o tema, foi aprovada pelo tribunal em 22 de março e passou a valer desde 3 de abril.

  No sertão alagoano uma transexual solicitou na justiça o direito de usar seu nome social em seus documentos, e votará nas eleições 2018 com seu novo nome em seu título de eleitor.

 Veja o caso:


 Trata-se de Paloma Lorrany como já era conhecida no povoado onde mora, município de Água Branca, no sertão de Alagoas, que teve seu direito reconhecido e ao invés de "Toni" seu nome anterior, passou a usar "Paloma Lorrany da Conceição Lima" seu nome social.

 Graduanda de pedagogia na UFAL Campus do Sertão, onde começou a ter incentivo para reivindicar seu direito de usar o nome social, compatível com sua aparência atual.


 De agora em diante é reconhecida a Paloma Lorrany da Conceição Lima a primeira mulher transexual a receber nesta , o seu nome oficialmente  pelas nossa mãos e se  faz  juízo  diante  dessa  comarca  a  toda  sociedade a ser  reconhecida. Foram  as palavras do juiz Felipe Munguma  da comarca de Água Branca-Al, segundo Paloma.

Ela falou a nossa reportagem sobre o seu reconhecimento e como se sente ao votar pela primeira vez usando seu nome social.

 Eu, Paloma Lorrany tenho a imensa satisfação de estar reconhecida com o meu novo nome onde a sociedade   em geral e acadêmica me tem como uma  futura pedagoga de futuro e que mediante deste processo tenho me colocado e até hoje estou sendo reconhecida  como  uma  mulher  guerreira  e de  grandes  sonhos  a  realizar.

Votar como uma mulher trans é fazer valer os direitos da cidadania e priorizar as classes LGBTS da nossa região, concluiu.


Por: Redação/ Fotos: Paloma Lorrany



   juiz  e  promotor   dando  o  reconhecimento  do nome  feminino diante  das  autoridades que  si se  fizeram presentes.


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